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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

É verdadeiramente lamentável esta atitude desta deputada. Enquanto esta senhora ocupava uma linha do INEM muita gente poderia estar a precisar dela.

Polémica

PSD faz chamada falsa para o 112 para testar velocidade

O grupo parlamentar do PSD fez hoje, quarta-feira, uma chamada falsa para o 112 como forma de testar o tempo de atendimento das chamadas do INEM, o que gerou desentendimento e polémica durante a audição do presidente do instituto na Comissão de Saúde, com o presidente do Instituto, Miguel Soares de Oliveira, realçar que o acto é ilícito "e eventualmente um crime".

Na primeira ronda de perguntas da Comissão, a deputada do PSD Joana Barata Lopes questionou os dados apresentados pelo presidente do INEM, que davam conta de um tempo de espera de cinco segundos em 62 por cento das chamadas, afirmando que o seu grupo parlamentar fez uma chamada para o 112 e esperou 14 segundos.
Justificando o gesto com o facto de o PSD "representar os eleitores e cidadãos", a deputada afirmou que desde o primeiro toque até ser atendida esta chamada demorou 14 segundos, mais do que o indicado pelo Tribunal de Contas (TC).
"Devemos acreditar nos novos dados aqui apresentados ou na auditoria do Tribunal de Contas que diz que demora entre 12 a 13 segundos?", questionou.
Respondendo ao repto, Miguel Soares de Oliveira esclareceu a deputada que o 112 é o número europeu de urgência e que quando uma pessoa liga esse número não é atendida pelo INEM, mas sim pela PSP, que só depois de uma breve triagem encaminha a chamada para o INEM.
"Só depois de transferida para o INEM é que é da nossa responsabilidade. Os meus tempos só podem começar a partir da minha responsabilidade", afirmou, acrescentando que este é um erro clássico enraizado na população.

Madeira prepara-se para ficar com receita da sobretaxa do IRS

 

Versão final do imposto extraordinário é aprovada sexta-feira pela maioria PSD-CDS
Região insiste que receita com o imposto lhe pertence. Guilherme Silva garante que serviços de finanças regionais vão fazer cumprir Constituição
     

O governo já fez saber que quer ficar com a totalidade da receita com a sobretaxa de IRS. A intenção provocou a indignação regional, com as ilhas a sugerirem a inconstitucionalidade da proposta por desviar das regiões o que ali é cobrado. A Madeira vai mais longe e promete ficar com a receita do imposto dê por onde der, levando este conflito até ao limite.

Em declarações ao i, o deputado do PSD Guilherme Silva garante que na altura da cobrança do imposto "os serviços regionais vão cumprir a Constituição", ou seja, vão reter na região o imposto dos contribuintes da Madeira. Guilherme Silva garante que isto é possível porque "na Madeira os serviços são regionalizados, dependem do secretário-geral das Finanças e a receita entra logo nos cofres da região autónoma", isto enquanto nos Açores, acrescenta o deputado, os "serviços de Finanças são periféricos do Estado central e dependem directamente do ministro das Finanças".

A questão da inconstitucionalidade da lei só seria levantada pela Madeira caso na proposta do governo estivesse escrito preto no branco que a receita não iria para as regiões. Porém, a proposta diz apenas que "a receita da sobretaxa extraordinária reverte integralmente para o Orçamento do Estado". Ontem, na comissão de Orçamento e Finanças, a sobretaxa foi debatida ao pormenor e votada na especialidade sem qualquer alteração nesta matéria. Assim, a Madeira promete fazer cumprir a Constituição e ficar com a receita regional, que Guilherme Silva estima ser no valor de 12 milhões de euros. O deputado admite que a decisão possa possa significar, a título de penalização, "uma redução das transferências futuras" do Orçamento do Estado para a região.

A Madeira prepara-se assim para assumir o conflito com o governo de coligação PSD-CDS, numa altura em que já se respira o clima eleitoral na região. As eleições para a Assembleia Legislativa estão marcadas para 9 de Outubro e Jardim pôs a fasquia bem alta: prometeu abandonar a política se não conseguir uma "grande maioria".

Já a Assembleia Legislativa dos Açores vai tomar posição amanhã, em comissão permanente. Em cima da mesa está a hipótese de um pedido de fiscalização da inconstitucionalidade da proposta do executivo. Na semana passada, quando foi ao parlamento explicar a sobretaxa, o ministro das Finanças rejeitou que a proposta fosse inconstitucional por ser um imposto extraordinário. Vítor Gaspar até citou a Lei de Finanças Regionais para dizer que impostos extraordinários "podem também ser afectos a uma ou mais jurisdições".

A versão final da proposta é aprovada esta sexta-feira. Os deputados do PSD Madeira ainda não sabem o que vão fazer na altura da votação. No debate na especialidade, a esquerda viu ontem chumbada a intenção de aplicar a taxa a dividendos e aos juros das aplicações financeiras. A aprovação final está garantida pela maioria PSD-CDS.

Os mesmos ladrões de costume.

Conheça os candidatos do PSD-M

 
 
 
Esta é a lista dos candidatos social-democratas à Assembleia Legislativa da Madeira, apresentada por Jardim esta sexta-feira, já perto das 23 horas.
Saiba mais, na edição impressa desta quarta-feira.

1 - Alberto João Jardim
2 - Miguel Mendonça
3 - João Cunha e Silva
4 - Miguel de Sousa
5 - José Paulo Fontes
6 - Jaime Ramos
7 - José Prada
8 - José Pedro Pereira
9 - Jaime de Freitas
10 – Vicente Pestana
11 - Pedro Coelho
12 – Emanuel Gomes
13 – Nivalda Gonçalves
14 – Agostinho Ramos Gouveia
15 – José Gualberto Fernandes
16 – Maria João Monte
17 – Roberto Silva
18 – Ana Maria Serralha
19 – José Coito Pita
20 – José Tranquada Gomes
21 – Edgar Gouveia
22 – José Medeiros Gaspar
23 – Jaime Filipe Ramos
24 – Vânia Jesus
25 – Rafaela Fernandes
26 – Ana Mafalda Pereira
27 – Savino Correia
28 – Rui Coelho
29 – Élvio Encarnação
30 – Francisco Gomes
31 – Tiago Sousa Seixas
32 – Jorge Moreira de Sousa
33 – Jaime Lucas
34 – Vasco Vieira
35 – Bruno Macedo
36 – Gregório Pestana
37 – João José de Castro
38 – Sidónio Fernandes
39 – Sónia Pereira
40 – Orlando Pereira
41 – Lívio Soares
42 – Rui Alberto Santos
43 – João José Pimenta de Sousa
44 – Aníbal Alves
45 – Higino Teles
46 – Alberto Casimiro
47 – Emanuel Sousa

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ou muito me engano ou já ouvi estas declarações por parte do Paulo Portas quando foi as eleições para A.R. Ele disse que o CDS não era um partido de coligações no entanto já estão feitos com o PSD. E nos madeirenses sabemos que se for preciso as bengalinhas se juntarem ao PSD para terem uns tachinhos eles juntam-se. Numa coisa o Alberto tem razão gastar um voto no CDS é igual que votar PSD. Por isso não vale a pena votar nem num nem noutro é tudo farinha do mesmo saco.

CDS nunca fará uma coligação com Jardim

José Manuel Rodrigues responde aos "insultos" do Chão da Lagoa

 
 
"O CDS-PP nunca fará uma coligação com este líder do PSD-M", assegurou José Manuel Rodrigues, numa conferência de imprensa, esta manhã, na sede do partido. O líder regional do CDS reagiu ao que considera "insultos, mentiras e provocação" de Alberto João Jardim, no comício de domingo, no Chão da Lagoa. Um discursos que classificou como um sinal de "decadência" do presidente do PSD-M.
"Em vez de insultar os adversários, o líder do PSD deveria ter explicado porque é que o endividamento da Região atingiu mais de 6.000 milhões de euros, 24 mil euros por cada madeirense", desafiou.
José Manuel Rodrigues também esperava que Jardim, "em lugar de ofender o CDS", explicasse "porque é que não paga o que deve às empresas privadas, aos fornecedores e aos expropriados" e comentasse o facto de a Madeira já ter 20 mil desempregados e 70 mil pobres.
"Em vez de menosprezar os governantes nacionais, deveria revelar porque é que ainda não reuniu com o Primeiro-ministro para tratar dos assuntos da Madeira", afirmou, numa reacção ao facto de Jardim ter dito que não conhecia Paulo Portas, líder nacional do CDS e ministro dos Negócios Estrangeiros.
"Como se já não bastasse esta decadência no discurso, agora, ameaça o povo que sairá se não tiver maioria absoluta", refere o líder do CDS-PP que classifica esta afirmação como um "sinal de fraqueza". Se o PSD-M perder a maioria, fica claro que não haverá qualquer coligação com o CDS-PP. Pelo menos com Alberto João Jardim à frente.
Fonte: D. N da  Madeira

Cá para nos isto é um sinal de nervosismo do J.J. Já se apercebeu que vai perder a maioria, então começa a disparar em todos os sentidos! A que ponto chegaste.

Jardim acusa o CDS de estar cada vez mais perto do PS

Em reacção às declarações de José Manuel Rodrigues

 
 
 
 
À margem da inauguração realizada esta tarde em Gaula, Alberto João Jardim respondeu a José Manuel Rodrigues, acusando o CDS de estar cada vez mais perto do PS e da CDU.
Ele “cada vez se espalha mais, porque ao dizer que não faz coligação com o PSD, fica-se a saber que está disposto a fazer coligação com os socialistas e com os comunistas”, considerou o líder dos social-democratas madeirenses, que diz ser esta “mais uma razão para não se gastar votos com o CDS”.
Jardim questionou de resto o lider centrista madeirense sobre o que fará “se perder as eleições. Vai continuar agarrado ao tacho e a impedir a regeneração e a renovação do CDS?”, perguntou.
Fonte: D.N da Madeira
Guarda-redes Roberto no Saragoça por 8,6 milhões de euros
O Benfica anunciou hoje, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a transferência do guarda-redes Roberto, a título definitivo, para os espanhóis do Saragoça, por 8,6 milhões de euros.

Viva a liberdade de imprensa .

Nota de repúdio

O PSD na Madeira não facultou ao Diário de Notícias da Madeira, à TSF-Madeira, ao Diário de Noticias de Lisboa e ao jornal Público credenciais de acesso e livre trânsito nas zonas reservadas à comunicação social na sua Herdade do Chão da Lagoa.
Esta prepotente atitude, cerceadora do direito à informação, insere-se no crescente clima de intimidação e de ameaças a jornalistas e órgãos de comunicação por parte do PSD na Madeira. Por pôr em causa o livre exercício do jornalismo e a liberdade de expressão nesta região, merece o nosso veemente repúdio.
E porque é atentatória de elementares direitos, liberdade e garantias consagrados na Constituição, não deverá passar impune, nem, pela sua gravidade, contar com a complacência dos Órgãos de Soberania da República Portuguesa.
Uma nota assinada pelo DIÁRIO DE NOTÍCIAS da Madeira, TSF-Madeira, DIÁRIO DE NOTÍCIAS (Lisboa) e Jornal PÚBLICO