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terça-feira, 5 de julho de 2011

CARTOON

Se fazer de vítima agora não lhe fica nada bem.Tem de perceber que não pode dizer o que quer e ficar em pune você não tem as costas largas como as do J.J.

Coelho diz-se perseguido pelo Ministério Público

 
 
José Manuel Coelho, agora presidente da Comissão Política do PTP, diz-se perseguido pelo Ministério Público. Em causa estão, segundo o próprio, uma série de processos por ofensa à instituição e ao bom-nome dos magistrados.
Coelho diz que não ofendeu a instituição, mas que denunciou a colagem dos magistrados, que a República manada para a Madeira, ao regime de Alberto João Jardim. Ainda segundo Coelho, estão a ser-lhe movidos processos por conteúdos publicados no jornal 'O Garajau', quando o ex-deputado era director daquela publicação.

Já tinha saudades vossas !!!!!!!!!!!!!!

PND ignora ameaça de Jardim e estuda acção popular contra aterro

Baltasar Aguiar recorda que tribunal só não deu razão a uma acção popular

 
 
O líder do PND, Baltasar Aguiar, anunciou, esta manhã, em conferência de imprensa no Funchal, que o seu partido está a estudar a possibilidade de avançar com uma acção popular contra o projecto do aterro, uma vez que a obra vai suprimir uma praia natural pública e a própria Câmara deu parecer negativo à mesma. Esta é uma espécie de resposta à intenção de Alberto João Jardim de alterar a lei de modo a penalizar quem intentar acções populares que se vieram a revelar em tribunal injustificadas. "Mude ou não esta lei e por mais que o PSD possa fazer em matéria de legislação em termos de acção popular, nós vamos continuar enquanto cidadãos a exercer o direito à acção popular e não nos deixaremos de modo nenhum limitar por qualquer ameaça de eventuais acções indemnizatórias contra os seus autores", afirmou o dirigente do PND.
Baltasar Aguiar lembrou que de todas as acções populares que deram entrada em tribunais da Madeira apenas num caso (Funchal Centrum) não foi dada razão aos queixosos e que mesmo nessa situação o atraso provocado na obra foi de um mês. Ou seja, na sua óptica, as acções populares não são um entrave ao desenvolvimento mas sim uma garantia de legalidade nos licenciamentos de projectos e obras. O líder do PND associa a mais recente ameaça de Jardim à defesa dos interesses de alguns grupos económicos protegidos pelo poder político: "Ele sabe que o regime que existe na Madeira não é um regime político é um regime económico, assente num conjunto de pactos económicos que visam engrandecer um conjunto de grupos na Madeira. Os interesses deste regime económico, não político, nunca foram atacados com êxito pela classe política. Quem, de facto, conseguiu ferir este regime económico que está estabelecido na Madeira pelo dr. Alberto João Jardim foi um conjunto isolado de cidadãos que através do recurso aos tribunais em acções populares puseram a nú as ilegalidades dos maiores empreendimentos económicos que se fizeram na Madeira".
Por fim, Baltasar Aguiar questionou o "mandatário do dr. Alberto João Jardim no continente" - Guilherme Silva - se já apresentou a sua declaração de rendimentos junto do Tribunal Constitucional, tal como está obrigado pela lei.
fonte D.N

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Depois a humilhação que sofreu na AR, nem deveria ter ocupado esse lugar.

Fernando Nobre renunciou ao mandato de deputado
Por Redacção

Fernando Nobre entregou a carta de demissão de deputado do PSD, na passada sexta-feira, adiantou a RTP.

O documento está nas mãos da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.

Nobre faltou aos dois dias de discussão do Programa de Governo nas passadas quinta e sexta-feira, deixando antever a decisão.

Ricardo Leite deverá ocupar o lugar deixado vago na bancada do PSD, segundo a lista do PSD que concorreu em Lisboa.
 
«Nobre arrastou o prestígio do Parlamento para as ruas da amargura» - José Lello
Por Redacção

O deputado socialista reagiu, esta segunda-feira, na sua página do Facebook, à decisão de Fernando Nobre renunciar ao seu mandato de deputado. Para José Lello, o presidente da AMI foi «coerente», mas «arrastou o prestígio do Parlamento para as ruas da amargura».

«Nobre resignou. Foi coerente. Arrastou com o prestígio do Parlamento para as ruas da amargura mas foi coerente. Disse que saía, saiu», refere o dirigente socialista.

E acrescentou: «Deve estar já a preparar a mochila e abalar para o Sri. Lanka. Isso é que é vida. Às malvas para a política!».

O Facebook também foi o meio escolhido para o social-democrata Carlos Abreu Amorim expressar que Fernando Nobre fará falta ao Parlamento: «Quer se aprecie mais ou menos o seu percurso, é inegável que fazem falta no Parlamento mais vozes sem amarras que saibam dar o necessário complemento à visão estritamente política das coisas».

domingo, 3 de julho de 2011

GRANDE INVESTIGAÇÃO DN

Já há farmácias à venda por um euro

Já há farmácias à venda por um euro
Para alguns, o cenário é dramático. Para outros, de sobrevivência; e só alguns conseguem respirar de alívio. A prová-lo estão os últimos dados da associação do sector, que revelam: 1056 farmácias estão no "limiar da sobrevivência".
Quem, há dez anos, quisesse entrar no mundo das farmácias tinha duas opções: lutar por um alvará que permitisse a abertura de uma nova farmácia - respeitando as regras para estas situações - ou arranjar uma quantidade astronómica de dinheiro para comprar o alvará de uma que já estivesse em funcionamento.
No entanto, nos últimos anos, o panorama mudou drasticamente, e quer seja por causa da crise, das alterações na legislação ou simplesmente por má gestão por parte dos responsáveis pelas oficinas farmacêuticas existentes, a verdade é que hoje comprar uma farmácia já não é tão caro como construir um estádio de futebol. Aliás, o DN soube que há mesmo casos de farmácias que são vendidas pelo preço simbólico de um euro.
Leia ainda na edição impressa do Diário de Notícias outros temas como: Portugueses gastam nove milhões por dia em remédios; Estado fez ajustes directos no valor de 250 milhões; Portugal pagou dois milhões a Espanha por partos em Badajoz e Funcionários dos hospitais ganham 30 euros pelo levantamento de cada corpo.
Leia mais pormenores no e-paper do DN.
Fonte ( D.N)